sexta-feira, 28 de agosto de 2009

meus sonhos são como chocolates suíço
meu sonho é uma canção francesa
meu sonho é comer a califórnia
tão rabuda
trepar com nova york até morrer

quinta-feira, 27 de agosto de 2009

não tem tamanho o coração da áfrica
é maior que o pão de açúcar
mais doce que os lábios de mel de iracema
eu e a áfrica em copacabana
eu e as virgens antilhas
eu e as loucas bahamas
em pleno verão de capricórnio

quarta-feira, 26 de agosto de 2009

o disco do sol
tem 12 letras minhas
e cada signo
foi uma canção que eu fiz
oh! Como eu amo vênus
quando se levanta com a aurora
para me dar os primeiros beijos do dia

terça-feira, 25 de agosto de 2009

nem vênus
jamais haverá coisa igual
aos quadris de atenas
sou o filho moderno da grécia
para ser sincero
meus poemas não são meus
são frenesis do vento

segunda-feira, 24 de agosto de 2009

Geraldo Urano no Parque Municipal
(fotografado por Pachelly Jamacaru)
a lua de saigon
é a mais romântica de todas
quando sai por trás das matas do vietnã
e eu pergunto ao sol nascente
onde é que o japão nasce

domingo, 23 de agosto de 2009

Um boi pasta pela solidão da índia
O sol passeia pelo rio
E eu beijo as pernas das meninas de são paulo
Eu chorei
Quando ela me abandonou
Quando a terra ficou sozinha
Pensei em seu corpo branco
E morri com um leão marinho

sábado, 22 de agosto de 2009

que sol é aquele
que vem iluminando tudo?
é o sol chinês
paris nua na piscina
londres é minha paquera
o cachimbo da bahia
solta fumaça no ar
ela come maçã
e eu bebo guaraná

quinta-feira, 20 de agosto de 2009

só eu e somente eu
para te entender
te chamam de nazista
é minha branca flor
o teu coração não é
de concreto armado
nem os teus olhos
como arranha-céus que ferem
o horizonte

quarta-feira, 19 de agosto de 2009

A pecadora alemanha
É a delícia de minha alma
Com suas pernas abertas
Nesse sofá azul

terça-feira, 18 de agosto de 2009

Eu conversava com o dalai lama
Antes que o tibete
Fosse o tibete
Eu já andava por lá
Antes que a alemanha desse a bunda
E que surgisse a máquina erótica americana
Eu já andava pelos campos de bronze
À procura de uma flor

segunda-feira, 17 de agosto de 2009

Vou masturbar a estátua da liberdade
Ela vai ficar doidona
Vamos casar
E morar no tibete

domingo, 16 de agosto de 2009

a noite
é a minha atriz predileta
como as estrelas de hollywood
não podem iluminar a américa

sábado, 15 de agosto de 2009

a união dos povos acontecerá
quando a cortina se rasgar
mostrando as bocas e os paus
que o sexo é cheio de música
como as estrelas brilham na noite

sexta-feira, 14 de agosto de 2009

os muitos países do mundo
são ratos
roendo o meu coração
as muitas mulheres do mundo
são traças
e eu quero beber
essa coca-cola em paz

quarta-feira, 12 de agosto de 2009

tudo vem da natureza
e volta para a natureza
a terra vai pelo céu
sustentada por gabriel
a virgem pornográfica me alucina
longe da hipocrisia moral
vou seguindo a minha ética
filha gostosa da grécia
não seja tão séria
não me leve a mal

terça-feira, 11 de agosto de 2009

quero um trago de cachaça
nesse imenso brasil católico
quero comer cocada
dançar a quadrilha no são joão
para onde vou mais?
para lugar nenhum
se aqui é o melhor lugar

segunda-feira, 10 de agosto de 2009

meu papo é legal
não exige estrutura de ninguém
é só ler e achar graça
meu papo exige estrutura
como tem Gertrudes nesse mundo!
troglodita e taciturno
vou saindo pelos fundos
para dar um mergulho no titicaca
ou no mar morto
mas eu sou mesmo é das alvoradas vermelhas
das noites de vênus pelo céu

domingo, 9 de agosto de 2009

o pastor encheu a cara de bíblia
e depois vomitou na platéia bêbada
sou a encarnação de lúcifer
ninguém acredita
eu sou apenas uma gata mansa
como a velha maísa
apaixonado eu estou sempre
e é por isso que eu tenho tanta raiva

quinta-feira, 6 de agosto de 2009

eu sou um homem feliz
sou a mulher mais infeliz do mundo
num foguete fui pra lua
e estou por lá ainda hoje
consolação eu não tenho
mas inspiração não me falta
vou fugindo da realidade
na fumaça do cigarro

quarta-feira, 5 de agosto de 2009

outro dia eu conversava com o dalai lama
antes que o tibete fosse tibete
eu já andava lá
antes que a alemanha desse a bunda
e que surgisse a máquina erótica americana
eu já andava pelos campos de bronze
procurando uma flor

terça-feira, 4 de agosto de 2009

escrevo como a águia voa
ou como o veado corre
me entrego ao papel
como uma estrela se entrega à noite
eu sou o sol que esquenta o egito
enquanto a terra
passeia de barco pelo nilo

segunda-feira, 3 de agosto de 2009

sou uma baleia
no lago sujo do século XX
nas velhas montanhas eu me criei
e pensando em você
pela primeira vez me masturbei
velha índia dos iogues
em ti repousarão os meus ossos
são os ossos de um antigo mandarim chinês

domingo, 2 de agosto de 2009

os beatles no exu
num trio elétrico
na luz da tarde
de lábios molhados
na água fresca de abacaxi
castanha e caju
a solidariedade existe
no brasil
castanha e caju
e a praça já é um verso
musicada pelo som
dos automóveis na piçarra

sábado, 1 de agosto de 2009

vou tocando na lata do mundo
brechando a américa no banheiro
com meus grossos lábios africanos beijo a lua
e fico nua para nada no amazonas
eu não sei de mim
apenas me delicio com uma gostosa salsicha alemã

sexta-feira, 31 de julho de 2009

minha casinha fica no universo
seus olhos estão no meu rosto
eu sou aquele velho esquimó
o poema apache na ponta da lança de buda
sou as terras intactas
e o país que está submerso no gelo
onde eu brincarei amanhã

quarta-feira, 29 de julho de 2009

não faço poesia
diga quem sou
eu sou a luz da primavera
eu sou o quadril de vênus
e as pernas de atenas
sou a onda de rádio
que chegou no mar
sou o grito
da estrela que deixou de brilhar

terça-feira, 28 de julho de 2009

a rússia lia nos meus olhos
o que eu pensava dela
eu sou o amém
e aponta com o dedo o futuro
antes que o meu cigarro acabe
eu vou embora para sempre
me escreva do canadá

sexta-feira, 26 de junho de 2009

"a um poeta chamado geraldo"

Chagas

ah, geraldo,

porque eu parti

e me parti em dois

e aos pedaços perdi

a porta que dava

para o seu sorriso,

você na foto

e o seu amigo,

agora me volto

e me revolto,

eu mesmo

meu inimigo,

o que se perdeu

pela noite rouca

que são paulo deu

e não voltou mais

ontem, hoje,

e amanhã,

tanto faz

dois poetas separados

no tempo

de um mesmo lugar

é isso o que a vida dá

terça-feira, 23 de junho de 2009

vou tirar o vestido azul da terra
quero vê-la correndo nua
pelos campos nevados da alemanha
enquanto eu recito o desiderato

mamãe chegou da missa
e não trouxe uma hóstia
para eu comer com guaraná

segunda-feira, 22 de junho de 2009

vi nossa senhora
abrindo a porta do século XXI
a inglaterra se masturbava com uma coca-cola
e a macacada brasileira brincava ao luar

sou filho de ontem
e vivo correndo na linha do horizonte
certamente vou chegar a algum lugar
talvez na áfrica
para tomar banho com nossa senhora

sexta-feira, 19 de junho de 2009

a civilização é uma criancinha
procurando os peitos gostosos de vênus para mamar
a civilização é uma fada escrota
que larga o pau na minha cabeça
a civilização é o espelho
onde eu penteio as minhas lindas tranças

terça-feira, 16 de junho de 2009

era uma manhã com nuvens de pássaros
e árvores floridas
uma manhã musicada pela brisa
e as flores respondiam aos sorrisos
e os pássaros se aproximavam da gente
e a manhã era um pássaro
voando na felicidade da gente
e a gente tinha vida no verde das árvores
e nenhuma palavra feria o sol ou as nuvens
e a gente tinha aroma nas flores de toda cor
e a manhã era aroma e tu tão cheirosa
e teus cabelos em longos cachos
como cachos de luz dourada
e a luz do sol fazia o seu trabalho
na pele da gente na terra macia
na água brilhosa dos riachos

segunda-feira, 8 de junho de 2009

ela tinha olhos roxos
morava numa casa de barro
ela era um pássaro do outro mundo
que lia os meus pensamentos
eu lhe dizia
baby
até quando isso?
a resposta
era um sorriso misterioso
como a alma dos montes nevados

um dia a procurei
e não a encontrei
e eu nunca mais fui o mesmo
a casa de barro ainda está lá
frágil
mas que aguentou
todos aqueles dias de paixão
paixão roxa
da cor dos olhos dela

quinta-feira, 4 de junho de 2009

brasil tropical
venezuela equatorial
em todos os lugares
estou muito legal pois é natal
natal em brasília
natal em caracas
londres 0º grau
natal em greenwich
na praça de moscou
no palácio do céu
natal em salvador
com uva moscatel
pois está em festa
a laranja terrestre

quarta-feira, 3 de junho de 2009

a vida é cheia de graça, maria
o teu vestido danada
onde tu lavas os pés, maria
sou capaz de beber a água

a lua sobre a estrada
brilhando na tua cara
por onde tu vais, Maria
eu boto as minhas pegadas

a tinta dos teus olhos
tem um gostinho de céu
dê só uma oiadinha
pra esse teu menestrel

terça-feira, 2 de junho de 2009

naquele dia você disse
que eu era a sua diversão
foi só uma brincadeira sua
mas não diga de novo não
use uma lente de aumento
se o seu óculos
não estiver mais servindo
se é porque eu não leio muito livros
eu vejo tudo no vento...

segunda-feira, 1 de junho de 2009

te esquecer por um instante
é como a morte
sorte mortadela
vênus enlatada
minha cabeça ilusione
minha canção de amore
se morreres também morro
ah tu podes abrir
o meu coração de lata
eu sou um boneco
envivecido por teus lábios
minha cabeça ilusione
minha canção de amore
sorte mortadela
vênus enlatada
mas tu podes abrir
o meu coração de lata

domingo, 31 de maio de 2009

já ouvi todas as canções da inglaterra
já sonhei quase tudo com a américa
mas o que eu quero é você de volta
não morrer na praia
não quebrar a perna no jogo

se o jogo ainda é a essência...
quanta demência e quanta elegância
quanta covardia e quanta omissão
quanto papo furado

razão sem razão
viver por viver
essa alegria é um pouco doida
essa ganância é tão estúpida
essa inteligência é tão cruel
vamos descer do mundo
nem que seja só para uma coca com pastel

sábado, 30 de maio de 2009

qualquer dia não é todo dia
todo dia não é qualquer dia
hoje é dia de ver você
com os olhos mergulhados na rua
onde baila a lua

quero você simples e humilde
conversando com Deus no templo
o rio de janeiro continua sujo
desaguando num mar
onde o único peixe é você

será que você vai me salvar
de viver sozinho no meio da multidão?
dessa multidão imensa
será que você vai me tirar
dessa garrafa de vidro?

quinta-feira, 28 de maio de 2009

quantos perdidos em casa
quantos achados na rua
quantos crucificados
no poste de metal das velhas culturas

ninguém vê o dedo de Deus
dirigindo tudo
fabricando um novo escuro
e um sol para nos iluminar

hoje tem cantor na praça
lua na madrugada
arena com tourada
e eu querendo pegar aquela estrela com a mão
e eu querendo dizer qualquer coisa
e um punhado de românticos que resiste

domingo, 24 de maio de 2009

vendo vênus do maranhão
oh maria
o arco íris cuida de todas
toda cor é pra valer
alface é bom e lindas tuas faces
verde is beautiful
fica além muito além do pará
o paraíso
dylan e o tenesse?
as baleias na grande casa de água

sábado, 23 de maio de 2009

para onde você está voando?
sim posso ver em suas asas
como pude perguntar?
sim a certeza é o seu caminho
você voa sem dúvidas
o mar está alegre de meninas
elas vêm em ondas
acender a areia
como está o vento musical?
seu voar é como uma dança

quinta-feira, 21 de maio de 2009

só as crianças são grandes
só elas sabem ter raiva
com graça
só elas podem mijar no rio
e o rio sorrir
só elas sabem falar errado
e dizer tudo
nós adultos
somos répteis bizarros
arrotando ouro roubado
dos rios serras
assassinos bem vestidos
com pele de lontra
leopardo

segunda-feira, 18 de maio de 2009

dias de lógica
o banco da praça
mas onde está a lógica dos bancos

arriba arriba
que ela foi embora
deixando um rombo no meu coração

quarta-feira, 13 de maio de 2009

cantar é cantar
e falar é tão sério quanto cantar
mas cada um é um
e todos por um
ninguém por ninguém é sem estrelas
é claro tudo
quando se vai ao fundo do fundo
o mundo a gente descobre com amor
e se falta a gente descobre com dor
margarida minha flor sofrida
em cores de brasília
universo roda-gigante gira graças ao sopro da vida
estela morena estrela
toda miss precisa de graça para não ser só miss

terça-feira, 12 de maio de 2009

a humanidade está quase dormindo
o mundo está quase parando
só rebola nova iorque com seus quarenta anos
e rola a bola e enrola o meio de campo
é sapo e sarampo
quem sabe o meu pára-quedas não vai se abrir
é abril e as noivas estão em festa
e as flores enfeitam a minha visão

são quarenta anos de tiros de canhão
meu velho cão pela rua
e tinta no rosto e nas mãos
maria está barriguda
vai nascer um novo jesus
a mata transforma-se em cruz
e o poeta escreve no papel com sete raios de sol

sábado, 9 de maio de 2009

Eu te vejo todo dia
Princesa pra onde vais?
Vou pegar no seu pé
Será que é mesmo mulher?
Tudo é fraco por aqui
O são joão o carnaval
A festa da padroeira
Sem jornal e sem cinema
Sem teatro sem liderança
A sua paixão por médicos
Bancários e empresários
Aqui o poeta dança
Aqui dança todo artista
Aqui dança todo sonho
Suas moças reprimidas
Cidade comprometida
Seja bárbara outra vez
Assim mesmo eu te adoro
Não te troco por nenhuma
Agora são outras lutas
Princesa cara-de-pau
Nosso vale é natural
Saia do vale postal

quarta-feira, 6 de maio de 2009

Carta a Luiz Carlos Salatiel (II)

Meu amigo Luiz,

É preciso viver, ainda que doa. Isso você tem feito; eu não. Continuo não só anestesiado, mas também me escondendo. Mas já não tenho mais como me esconder. A noite ficou clara.

Como vai o amigo, tão corajoso?

Não quero falar mal do Brasil; apenas continua uma mulher muito louca. Me deixa cansado. Com seus dois olhos de rubi e sua garganta rouca, ela vai por ai, aprontando.

Estou completamente desafinado. Pretendo viver mais em paz. Você tem me ajudado nisso. É isso aí, você sabe viver. Você não bebe água quente; o mundo é uma geladeira. Você tem alguma coisa contra os pinguins? Acredite: eu queria ser um pinguim.

Não dá pra viver em paz; eu não sou o Himalaia. Mas curto, como você, os picos eternamente nevados. Dizem que há força espiritual por lá. Eu quero encontrar isso por aqui mesmo. Um dia eu vou embora para o Texas.

Caralho! O tempo voa mesmo. (...) Um dia eu vou embora para dentro de mim, e viver plenamente o caos. Nosso tempo é caos. Você morre e a vida continua.

Tenho vivido uma espiritualidade que não é para esse tempo. Eu é que não quero pirar mais do que já estou. Quando estiver mal, use o controle remoto. Somos do deserto e as cidades ainda são de pedra.

Quando é mesmo que o mar vai engolir o litoral? Ele já me engoliu.

O sangue corre nas veias do planeta. É o homem explorando o homem, nos mínimos detalhes.

Quem precisa de moral? Quem precisa de mim? Nem eu mesmo. Quero é me modernizar, viver um tempo sem cara e muito caro para viver. Vá ao supermercado; eu estou nas prateleiras. Me explodiram; eu era uma baleia.

Por quanto tempo o mar aguentará o homem?

Quem não morre, não vive.

Dinheiro é bom demais.

A vaca é irmã da mulher.

O vento e o poeta são amigos.

Gosto muito de você.

Um grande abraço do amigo Geraldo Urano.

domingo, 19 de abril de 2009

Carta a Luiz Carlos Salatiel (I)




Caro amigo Luís,

Sabe? Estou cansado de pensar na morte. Mais vale comer sementes de girassol. Eu penso, às vezes: sou um sapo que engoliu uma estrela. Pois é, sou um poeta que não vive, e escreve tanto. Por quais motivos? Talvez esteja dando satisfação a mim mesmo da minha morte. Um dia, quando a primavera brotar no cotidiano, eu sorrirei novamente. O universo terá enxergado as minhas lágrimas. Quem é o jardineiro do céu? Por que a chuva não me molha? Tenho fugido como um pássaro perseguido, me escondido nas grutas do mundo. É noite e eu não sou um vagalume. Como você sabe, eu nunca trabalhei. Invejo as formigas. Tenho, como um escorpião, me alimentado de baratas.

O mercego é um bicho que me atrai muito. Tenho sido mais um castor, construindo na água. Sou uma águia, porém velha e cega. Não amadureço como as avelãs. Estou sempre verde. Que sabor as garotas acham que eu tenho. E o que é melhor: quando viveremos, afinal, numa civilização no fundo do mar!

Você ainda bebe vinho? Você se veste muito bem.

Não nasci para Dalai Lama. E não sou ator, embora, às vezes, me comporte como uma atriz.

Mais do que nunca é preciso gozar a vida. É pena que eu não possa mais beber cerveja. Outro dia, de madrugada, fui engolido por uma cobra. Quisera passar o dia dormindo. A noite é fascinante. Rapaz: ela apenas começou.

As crianças merecem tudo. Um dia brilharei como vênus.

Minha pulseira budista, meu disco de Bob Dylan. Como me interessa a América. Como ela é interessante.

Você é corajoso. Eu sou medroso. É por Deus que somos amigos.

Trago no coração as pérolas do oriente. Quem se esquece dos índios não merece viver.

Diabo! Por que sou assim? Meio livre, meio escravo?
Você tem razão, há uma grande festa. E você sabe: eu tenho perdido quase tudo. Um dia me lembrarei de viver.

Abraços do amigo Geraldo Urano.